Ainda não é tarde demais para tornar o mundo mais altruísta!

Eis aqui alguns apontamentos sobre altruísmo.

Num tempo onde a sociedade vive um momento em que a agressividade, o ódio na internet, as ofensas on-line e o bullying virtual se fazem presentes como algo que emerge em reação às novas formas de pensar a vida, as questões que envolvem o feminino, a diversidade sexual e a liberdade individual, precisamos parar para conversar e falar um pouco sobre altruísmo.

Muitas pessoas se perguntam: o que é altruísmo?  Como desenvolvê-lo? Como melhorar essas questões? Elas buscam uma tentativa de fazer mudar o estado das coisas. De evoluirmos em nossas relações humanas. 

O que é altruísmo?

O altruísmo é considerado como um comportamento chamado de pró-social.  O que é um comportamento pró-social? É aquele que você realiza através de uma motivação para ajudar outra pessoa sem que você tenha uma expectativa de recompensa. Trata-se de uma atividade voluntária em benefício de alguém. 

Já nascemos com o altruísmo ou precisamos desenvolvê-lo?

O altruísmo é inato? Ou se desenvolve durante a vida?  As pesquisas mostram que há uma mescla entre o fator genético e o ambiente. 

Logo, tanto questões pessoais relacionadas à personalidade e temperamento,  quanto questões ambientais, que versam sobre a relação desse sujeito com o ambiente, podem moldar características pró-sociais ou altruístas.

O que mostram as pesquisas? 

Pesquisas mostram que crianças pré-escolares já apresentam alguns comportamentos pró-sociais. Comportamentos de compartilhamento de recursos com pessoas próximas ou comportamentos de reciprocidade em que a criança compartilha brinquedos com crianças que também o fazem. 

Com efeito, já podemos perceber que desde mais ou menos os dois ou três anos as crianças já apresentam comportamentos pró-sociais.

E não para por aí!

Mas as pesquisas não param por aí! Também identificaram que crianças com pais que demonstravam afeto, que tinham formas de disciplinar e de educá-las muito mais afetivas e muito mais encorajadoras, apresentando inclusive comportamento familiar com atitudes altruístas e benéficas em benefício de outrem, tendem a apresentar comportamentos pró-sociais de forma muito mais frequente do que as outras. 

Além disso, crianças que também apresentavam comportamentos pró-sociais durante a fase pré-escolar, 17 anos depois tenderam a continuar apresentando este comportamento. 

Desenvolver os comportamentos pró-sociais é o que nós adultos e pais podemos fazer. Precisamos reforçar essas ações e ser modelos de vinculação positiva para a perpetuação deste tipo de comportamento através do nosso modelo, do nosso desenvolvimento pessoal, da nossa revisão das expectativas em relação às outras pessoas e revisão em relação ao nosso próprio egoísmo e nossas características pessoais, que nos impedem de ajudar as outras pessoas.  

Vamos, uns com os outros, mudar a forma como nos ajudamos e como somos modelos de influência para as crianças, porque através dos nossos comportamentos característicos e dos nossos reforçamentos enquanto figuras importantes para essas crianças é que podemos mudar também uma sociedade do futuro e moldá-la para um convívio de pessoas muito mais altruístas, que ajudem o outro e que não se sufoquem em seu próprio egoísmo.

Está com dificuldade de rever suas ações no comportamento com os outros? Acredita que existe empecilhos e pedras neste caminho? Precisa de ajuda para compreender melhor tudo isso e tomar novos rumos para o desenvolvimento pessoal? Então, agende uma consulta e vamos conversar um pouco mais sobre isso!

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