Ataque de pânico: causas, sintomas e tratamentos

Mulher com aparência de um ataque de pânico

Quando os níveis de ansiedade chegam ao máximo, o ataque de pânico pode surgir e provocar um desconforto extremo. Falta de ar, medo, palpitações e até sensação de morte podem ser alguns dos sintomas apresentados por quem está no meio de uma crise de pânico.

Quer entender mais sobre o que é o ataque de pânico, suas causas, seus sintomas e quais opções de tratamentos existem? Então fique atento a este post!

O que é o ataque de pânico?

Geralmente descrito como uma sensação intensa e súbita de medo, o ataque de pânico é uma manifestação extrema da ansiedade caracterizada por uma grande descarga de hormônios e uma série de sintomas por todo o corpo.

Na maioria dos casos, os ataques ocorrem durantes situações de estresse social mas eles também podem ocorrer durante o sono, em casa, no trabalho ou qualquer outro ambiente cotidiano.

Ataque de pânico é a mesma coisa que síndrome do pânico?

Não exatamente. O ataque de pânico descreve um evento único enquanto a síndrome do pânico inclui a ocorrência de ataques repetidos, o medo constante de quando o próximo ataque acontecerá e a adoção de medidas para evitar os lugares onde os últimos ataques ocorreram.

Quais os sintomas do ataque de pânico?

  • Falta de ar e sensação de sufocamento;
  • Tonteira, vertigem e sensação de desmaio;
  • Suor excessivo, calafrios e vermelhidão do rosto;
  • Aumento da frequência cardíaca e palpitações;
  • Náuseas, enjoos, dor de estômago ou diarreia;
  • Sensação de estranheza em relação ao mundo e ao ambiente;
  • Dor no peito;
  • Medo de morrer ou sensação de morte iminente.

Apesar do grande desconforto, todos esses sintomas costumam durar apenas alguns minutos e não colocarem a vida ou a saúde da pessoa em risco.

Ataque de pânico é um problema comum?

Muito mais comum do que a maioria das pessoas imagina. Algumas fontes afirmam que 10% da população pode ter um ataque de pânico isolado ao longo de um ano, com eles sendo mais comuns em mulheres jovens.

O que causa o ataque de pânico?

A principal causa do ataque de pânico é a ansiedade, sendo comum a pessoa apresentar algum transtorno ansioso de base que vai piorando ao longo do tempo se nenhum tratamento for realizado.

Quais as consequências do ataque de pânico?

É comum que, após sofrer o ataque de pânico, o indivíduo não queira mais realizar a atividade que desencadeou aquele ataque ou o ambiente em que ele ocorreu, o que constitui o transtorno do pânico.

Assim, quem teve o ataque de pânico enquanto dirigia no trânsito, pode não querer mais dirigir e quem o teve no trabalho, pode desejar se afastar do emprego ou até mesmo trocar de carreira.

Dessa forma, os ataques de pânico prendem a pessoa a uma rotina restrita a situações de conforto, impedindo visitas a lugares desconhecidos, por exemplo. Isso faz com que a pessoa não consiga fazer novos amigos, tenha dificuldade em manter os relacionamentos que já existem e tenha dificuldades em se desenvolver profissionalmente.

É possível tratar o ataque de pânico?

Sim. Na hora do ataque, é importante tentar controlar a respiração, buscar distrair a mente com conversas e músicas e praticar técnicas de relaxamento como meditação e massagens, além de se mover para um ambiente tranquilo, arejado e seguro.

O mais importante, no entanto, é tentar encontrar a origem desse sentimento, afastando do indivíduo o medo e a ansiedade dessas situações. Para isso, é possível contar com a ajuda de medicamentos antidepressivos, da terapia e até mesmo da orientação psicológica.

Gostou do nosso post? Que tal compartilhá-lo com seus amigos nas redes sociais?

 

Botão direcionando os leitores para o download de um ebook

"Ataque de pânico: causas, sintomas e tratamentos", 5 out of 5 based on 1 ratings.
5
Psicologia Viva

Psicologia Viva

Selecionamos o psicólogo adequado para a sua necessidade e possibilitamos você ter uma consulta online por videoconferência de qualquer lugar do mundo.
Psicologia Viva

Psicologia Viva

Selecionamos o psicólogo adequado para a sua necessidade e possibilitamos você ter uma consulta online por videoconferência de qualquer lugar do mundo.

19 thoughts on “Ataque de pânico: causas, sintomas e tratamentos

  1. Obrigado pelos esclarecimentos do artigo. Não conseguia identificar que os sintomas que venho apresentando podem estar ligados a ataque de pânico. Vou procurar ajuda profissional.

  2. MUITO BOM!! PRECISAVA DESSES ESCLARECIMENTOS.POIS SOFRO ESSES ATAQUES EM AMBIENTES FECHADOS,COMO POR EXEMPLO EM METRÔ,TREM E LUGARES Q TENHAM MULTIDÕES.ISSO DESENCADEOU EM MIM DEPOIS Q PASSEI POR UMA SITUAÇÃO NO METRÔ DE PINHEIROS ONDE QUASE FUI ESMAGADA PELA MULTIDÃO.ÁS VEZES ACORDO COM ESSES SINTOMAS COM FALTA DE AR E PEÇO PRA Q ABRAM TODAS AS JANELAS POIS A SENSAÇÃO É Q VOU MORRER SUFOCADA.

    1. Prezada Alexsandra, que bom que o nosso conteúdo lhe foi útil, buscamos sempre um material de alta qualidade para nossos leitores. De acordo com o que relatou, talvez seria interessante conversar com um profissional da área que possa te auxiliar da melhor forma possível, inclusive você pode procurar um de nossos psicólogos através do link: https://www.psicologiaviva.com.br

  3. Obrigado pelo post… tive um ataque recente, na verdade a exatos 5 min atras. Procurei ajuda dos meus pais assim q percebi que estava ficando dificil de controlar. Segunda vez em muito tempo que tenho isso, entao toda vez venho, procurar em sites sintomas ou esclarecimentos para que eu possa relaxar lendo e entender se o que eu passo seria exatamente um ataque de panico, seria errado fazer isso?

  4. Muito Agradecida peloa esclarecimentos.

    A minha questao é: O que fazer quando esses ataques se repetem 3 vezes ao dia e estao a impedir uma vida quotidiana.

    Ha medicação?
    Obrigada

  5. Obrigado pelo esclarecimento. Em dezembro do ano passado, acordei às 3:00 da madrugada, com a maioria dos sintomas descritos, foi apenas uma vez, mas aquela vontade de sair correndo, de achar que estava ficando louco, sensação de mão sufocando a garganta, era assustador! Espero nunca mais ter isso. Fiquei numa praça aqui perto o resto da madrugada toda, com medo de voltar pra casa! Só voltei quando o dia clareou. Acredito que era por conta da ansiedade de um concurso que se aproximava…

  6. Sofro com isso à anos. Porém não tenho condições financeiras de me tratar com um psicólogo. No momento estou tento a maior crise que já tive, estou desesperado com uma sensação obsessivade que estou ouvindo um ruído incessante no ouvido, porém não sei dizer se o ruído é real ou imaginário. E por isso vem o pânico, pois acho que estou obcecado por um ruído inexistente. Socorro, não aguento mais.

    1. Gente, estou bem melhor. Foi uma crise brava, mas já consegui controlar. Tô suave agora, esse negócio de pânico é complicado demais de lidar sem ajuda. Mas não é impossível. Desculpem o desespero no comentário anterior.

  7. Oi, eu tava com o meu namorado em casa e ele tem um passado não muito legal, quando ele era menor a família dele vivia se mudando então ele disse que vivia perdendo amigos e ficando muito tempo só. Teve uma época que ele se cortava, pra punir essas coisas. Mas, depois que a gente começou a namorar combinados que ele nunca mais iria fazer isso, é realmente ele parou! E hj em dia ele um menino totalmente diferente! Ele antes não era muito comunicativo e hj em dia ele é muito! Está chegando o aniversário dele e ele não quer comemorar eu fiquei insistindo, mas, aí ele começou a falar que todas as coisas ruins que já aconteceram pra ele foram perto do aniversário dele e ele começou a lembrar as coisas que aconteceram e começou a chorar me pedindo desculpa por ele estar se abrindo , e começou chorar mais ainda. Eu não quis abraçar ele nem nada pra ele chorar (tirar a mágoa de dentro) mas, ele não parou e começou a agir que nem louco, ele tava sentando no sofá e ficava pra frente pra trás se mechendo chorando muito com a mão no rosto. Eu fiquei muito assustada, tentando fazer ele parar de chorar, até chorei junto pq eu fiquei muito assustada pq eu não tava conseguindo fazer ele parar, até que eu fiz ele olhar pro meu rosto e disse que tava tudo bem que eu nunca iria embora, que eu ficaria ali com ele pra sempre, ele acalmou, fiquei abraçando ele até ele ficar “normal” fiquei tentando fazer ele rir, ele riu, mas de vez enquanto chorava um pouco, mas já era bem fraco e eu conseguia acalmar. Ele foi pra casa dele, ele me disse que já estava bem. Eu ainda estou preocupada, se isso acontecer denovo oque eu devo fazer? Eu amo muito! Muito ele é tô muito preocupada! Me ajuda!

Deixe uma resposta