Estresse no telemarketing – Como isso afeta os atendentes

estresse no telemarketing

Quem não gosta de falar ao telefone? No entanto, essa perspectiva muda um pouco quando a sua profissão exige que você faça ou atenda a ligações o tempo todo. Não é à toa que o estresse no telemarketing tem se tornado cada vez mais comum entre os profissionais da área.

Muitos encontram no ramo uma saída para manterem-se ativos no mercado de trabalho. Porém, essa é uma área com um grande número de funcionários estressados e até mesmo com distúrbios psicológicos, e o fato não está diretamente ligado ao uso do telefone. Entenda o porquê no post de hoje:

Mas por que o estresse?

Sabemos que, em plena crise, não é fácil vender o que quer que seja. Fazer cobranças, então, nem se fala! O mais provável é que se ouça algum xingamento.

Assim segue o profissional, em meio a insultos e ofensas diárias por parte dos clientes, cobranças do chefe e o medo de ser demitido por não conseguir cumprir as metas (algumas vezes, absurdas). Não há saúde mental que resista a essa combinação.

Por estas e muitas outras razões operador de telemarketing, está entre as profissões mais estressantes nos EUA, segundo o revista exame. E no Brasil o quandro não é tão diferente.

E o que acontece, então?

Tudo começa naquele dia em que o profissional foi ao banheiro chorar após receber uma ofensa. Enxugou as lágrimas e voltou para a mesa de trabalho. Afinal, ainda havia muitas ligações para fazer. No dia seguinte, a dor de cabeça, a vontade de não ir trabalhar… Tomou um remédio e foi. Não podia faltar para não ser demitido.

Essa é a história de muitos da área que, por se sentirem constantemente ameaçados e desvalorizados, começam a desenvolver distúrbios psicológicos — campeões em afastar os profissionais da função, apesar de existirem ainda os casos de problemas auditivos e funcionais.

Além da típica depressão, insônia e transtornos de ansiedade, se não tratado a tempo, o estresse pode acabar no aparecimento da Síndrome de Burnout.

Essa síndrome é caracterizada pelas reações agressivas, a falta de energia emocional para o trabalho e a despersonalização do indivíduo. O atendente pode gritar com um cliente ou superior, por exemplo, em pleno expediente.

Quais são os sinais de estresse no telemarketing?

Estar ciente de que a dor de cabeça ou a azia podem ser resultado de um processo psicológico é o primeiro passo para procurar o tratamento adequado.

Quer um exemplo? A pessoa se entope de remédios para gastrite, mas está sempre mal do estômago. Quanto mais remédios ela toma, parece ser pior.

Não estamos dizendo que seja o caso de suspender os remédios sem autorização médica, mas sim, de conversar com o médico e expor as situações estressantes vividas na rotina de trabalho.

Só de saber qual é a profissão do paciente, o médico não descartará a possibilidade de estresse. Nesse caso, é bem provável que ele o encaminhe para um psicólogo, para complementar o tratamento.

O que fazer?

Antes de chegar ao limite, é importante que se procure ajuda psicológica. Esses profissionais têm a forma adequada de ajudar a lidar com o ambiente de trabalho e não permitir que esses fatores afetem tanto a vida.

No final das contas, o organismo, de forma geral, reagirá positivamente. O profissional de telemarketing se sentirá mais feliz e disposto.

Se você gostou deste artigo sobre estresse no telemarketing, leia também nosso post sobre a qualidade de vida no trabalho.

energia motivacional e profissional

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