praticas de bullying

Pessoas sensíveis e as práticas de bullying: O que fazer nessas situações?

Uma das características em comum das vítimas de bullying refere-se a alguma diferença física ou emocional que elas  possuem e que as distingue dos demais. Pode ser um traço físico ou emocional. Uma das características que pode vir a diferenciar uma pessoa das demais é a hipersensibilidade.

Assim, as pessoas mais sensíveis energética e emocionalmente ficam mais predispostas a serem alvo de bullying escolar e é necessário ficar atento a isso.

É importante ressaltar, que principalmente nos jovens do sexto masculino, a sensibilidade nem sempre é compreendida ou aceita pelos pares como se isso fosse apenas “coisa de mulher”.

Como as práticas de bullying interferem pessoas sensíveis?

Segundo Mesich, as pessoas sensíveis padecem de inúmeras maneiras em decorrência da sua sensibilidade, tais como o bullying. Cabe ressaltar que as práticas de bullying podem gerar depressão, daí a necessidade de se tratar do problema levando em consideração o todo.

Muitas vezes, pessoas sensíveis não sabem como lidar com as suas emoções e com a empatia. Torna-se necessário que as pessoas sensíveis aprendam a lidar melhor com a sua sensibilidade empática para aprender a lidar melhor com as emoções que emergem, usando este aspecto a seu favor e não contra.

As pessoas sensíveis tendem a sofrer por sentirem as emoções negativas e angustiantes dos outros sem nem sempre fazer esta distinção. Portanto, mesmo que a pessoa não seja alvo de bullying, mas faz parte da plateia que vivencia a agressão, pode também sofrer igualmente e vir a adoecer.

Outra característica das pessoas sensíveis é que elas podem reagir de forma intensa às práticas de bullying. Portanto, torna-se necessário auxiliar as pessoas sensíveis a lidar melhor com as suas emoções e a se proteger das práticas de bullying escolar que porventura possa vir a sofrer ou observar sendo praticado em outras pessoas na escola ou na rede.

Como prevenir o Bullying?

Medidas de prevenção ao bullying e ao cyberbullying devem ser tomadas para evitar com que pessoas mais sensíveis venham sofrer este tipo de violência e adoecer emocionalmente.

É importante também que a escola auxilie as pessoas sensíveis a lidar melhor com suas emoções e proteger deste tipo de violência escolar.

Autora:

Ana Maria Moraes de Albuquerque Lima é psicóloga formada pela UnB e pedagoga formada pela Universidade Católica de Brasília. Mestre em Educação pela Pontifícia Católica de São Paulo.

Autora dos livros Cyberbullying e outros riscos online: despertando a atenção de pais e professores publicado pela editora Wak e do e-book Família Conectada: promovendo o uso seguro da internet disponível no site https://familiaconectadahoje.wordpress.com/.  

Realiza orientação psicológica online no portal Psicologia Viva  na prevenção do cyberbullying e outros riscos online.

Referências

MESICH, Kyra. Guia de sobrevivência da pessoa sensível: um tratamento de saúde alternativo para a sensibilidade emocional e a depressão. Editora Pensamento: São Paulo, 2005.

Ana Maria de Albuquerque

Olá, seja bem-vindo! Meu nome é Ana Maria Albuquerque e sou formada em Psicologia desde 1997 e em Pedagogia (2018). No meu trabalho de orientação psicológica procuro auxiliar jovens e seus respectivos pais na construção de regras familiares que promovam o uso mais saudável e seguro da internet. Neste trabalho procuro trabalhar questões tais como: como educar seu filho para o uso seguro e saudável da tecnologia? Quando dar o primeiro smartphone para seu filho? O que fazer se seu filho está sendo vítima de bullying ou recebe e manda vídeos íntimos? E o que fazer se seu filho fica muito tempo conectado à internet?Seu filho sabe usar mais a internet do que você? Você sabe como educar o seu filho para o uso saudável das tecnologias digitais? Sou autora de cartilhas e do e-book Família Conectada: prevenindo riscos e promovendo o uso seguro da internet, publicado em 2016, disponível no meu site em: https://familiaconectadahoje.wordpress.com/
Pode contar com a minha ajuda profissional e se não achar um horário adequado, entre em contato. A sessão dura uma hora e custa 100 reais.
Ana Maria de Albuquerque

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