Cada um merece a sua própria terapia. O que isso significa?

A tentativa de padronização

Pesquisadores têm a curiosa necessidade de comparar uma forma de tratamento psicoterapêutico com outro tratamento (farmacológico, ou outra forma de terapia, ou de “não terapia”, pois existem muitas hoje. Psicoterapia é com psicólogo, então coach não é psicólogo, livro de autoajuda não é psicólogo, pastor/padre não é psicólogo, cartomante/tarólogo/astrólogo não é psicólogo. Psicologia não é moda, é ciência e profissão), para assim poder fornecer um projeto de terapia “padronizada”, ou seja, uma terapia que serviria para todas as pessoas, a terapia seria sempre igual, como se programássemos robôs. 

Mas e o ser humano, seríamos todos iguais? De forma alguma! 

Essa padronização torna a terapia menos real e eficaz. A principal característica que não pode ser deixada de lado na relação terapêutica, é o respeito à individualidade. 

Não existe uma fórmula mágica

O ser humano não tem “forma”, não é um bolo. Esse respeito à individualidade é primordial. 

Já atendi dezenas de casos de depressão por exemplo, mas nenhum, nem de longe foi igual ao outro. Estamos no setembro amarelo mês de prevenção ao suicídio, então muito importante mesmo falar de depressão. 

Tive casos de depressão com tentativa de suicídio, outros não; é claro que os tratava de forma diferente. Mas não fazia isso por causa da tentativa de suicídio ou não, às vezes os sintomas eram muito parecidos. Mas eu tinha sempre em mente que apesar de sintomas parecidos, ou até mesmo iguais, se tratavam de pessoas diferentes, e pessoas diferentes merecem ser tratadas de formas diferentes, por um simples e único motivo: não trato de sintomas, patologias e diagnóstico, trato de pessoas.

Cada um merece a sua própria terapia

Todo ser humano é único, por isso acredito que a terapia deva ser espontânea, o relacionamento deve ser dinâmico e deve estar em constante evolução, sem contar que existe uma seqüência contínua de se vivenciar e, em seguida, se examinar o processo terapêutico – e não somente pelo terapeuta, mas também pelo paciente.

Em sua autobiografia, Jung descreve sua avaliação da singularidade do mundo interno e linguagem de cada paciente, singularidade essa que exige que o terapeuta invente uma nova linguagem terapêutica para cada paciente.

Eu posso estar exagerando nessa questão, mas penso que a presente “crise” na psicoterapia é tão grave, e a espontaneidade do terapeuta encontra-se em perigo, que faz necessário que se tomem medidas radicais. 

É preciso avançar ainda mais: o terapeuta deve se empenhar em criar uma terapia para cada paciente. Naturalmente a importância da técnica existe, mas tem significado diferentes para diferentes terapeutas, seja pela sua vivência pessoal, seja pela sua grande ou pequena experiência. 

Por exemplo, uma pessoa precisa de técnica para aprender a tocar piano, mas, no final, quando se quer criar uma música, é primordial se transcender a técnica aprendida e confiar nos próprios gestos espontâneos.

É preciso tentar, é necessário ousar, é fundamental quebrar paradigmas e se desprender um pouco das técnicas, assim se usa o potencial criativo que existe dentro de cada um. 

É possível fazer psicoterapia usando padrões?

Para mim não é possível fazer psicoterapia usando padrões. Afinal trato de pessoas, de seres humanos únicos e não de patologias! 

Humanizar a psicologia é preciso!

“Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana.” C.G. Jung

 

Rafael Leitoles Remer – Psicólogo CRP:08/09332

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Rafael Leitoles Remer

Olá! Que bom que você chegou até aqui! É o seu primeiro passo para o autoconhecimento! Me chamo Rafael, sou psicólogo analítico e trabalho com a psicologia clínica a 17 anos. Considero o processo de psicoterapia um grande processo de autoconhecimento, não é algo complicado, pelo contrário, a final, quanto mais você se conhece, melhor saberá lidar com os seus problemas, sentimentos e inquietudes também. Mergulhe nesse processo comigo! Lhe garanto que psicólogo não é aquele ser complicado e teórico que pintam nos filmes por aí. Sou gente, de carne e osso como você e, claro, também tenho meus problemas... isso é muito bom, porque assim, desenvolvo a empatia, ou seja, consigo me colocar no lugar do outro e tentar enxergar os problemas com os olhos dele, assim posso ajudar ainda mais! E aí, agora que sabe que sou gente, quer falar um pouco de você pra mim? Tem alguma dúvida? Quer conversar um pouco antes de marcar sua sessão? Entre em contato agora pelo what'sapp (41) 99182-1966 “Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana.” C.G. Jung
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